A Boa Fé

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Nessa atividade da qual venho realizando, algo interessante e talvez nem tanto assim espantoso, é a falta de Credibilidade nas e/ ou das pessoas. Seria tão bem mais simples e fácil se a credibilidade transcorresse normalmente e naturalmente entre todos os seres humanos.

Por vezes um bom negócio deixa de ser concretizado por falta de Confiança, por não Acreditar na idoneidade do que se propõe, do que se sugere. Ora, a atividade não é ruim, o processo funciona, tem lá o seu resultado garantido e promissor, entretanto, a ferramenta principal não é física e sim Espiritual.

A empresa é feita de gente, tão óbvio e inegável. O que move e desenvolve a sua área de atuação são pessoas, não estruturas de ferro nem de concreto. E pessoas necessitam de um bom Caráter em favor da Boa Imagem Empresarial, senão o que mais resta? Um empreendimento não sobrevive sem as Virtudes, essencialmente; logo, como prosperar se ao menos nem confiamos no nosso colega de trabalho?

Eu sei, o mundo é mau; a humanidade é perversa e maliciosa. Daí? Eu e você, como somos? Eu, você, fulano e ciclano, somos o quê? Eu, você, fulano, ciclano e beltrano? Bem, já somos cinco virtuosos, então podemos criar uma empresa e interagirmos confiantemente, certo? Conclusão: só porque o mundo é mau, a humanidade é perversa e maliciosa, não significa que efetivamente a raça inteira (100%) esteja perdida; “Mundo e humanidade” são maneiras de expressar.

“Uma maçã podre infecta outras dez”… Sim. Isolemos a maçã podre originária, então. É perigoso e insensato generalizar as coisas, especialmente no âmbito empresarial, onde a Confiança torna-se um dos fundamentais sustentáculos de qualquer empreendimento. Confiar, Acreditar, são posturas pessoais, intrínsecas, e devem ser praticadas em vista de suas necessidades para determinadas situações que as exigem, a exemplo das grandes oportunidades de negócios, formais ou não.

Não precisamos necessariamente ficar “pisando em ovos”, céticos da legitimidade de uma proposta ou outra de trabalho. Ademais, o mundo avança e os tempos mudam; há aqui e acolá um jeito laboral novo, diferente, tal qual a multifuncionalidade do colaborador que tem de evoluir continuamente.

Mas, e dentro de nós? Como evoluímos como pessoas e como profissionais? Costumo dizer que evoluímos tecnologicamente, mas humanamente só degradamos. Confiamos e Acreditamos cada vez menos, talvez seja até por isso a causa de tantos pais de família desempregados: a Desconfiança nos potenciais, principalmente dos mais velhos. Precisamos Acreditar, Tentar, Experimentar; ver qual é a Real da coisa antes de julgar. Se afastar dos pessimistas, da torcida do contra, escutar e agir segundo o Próprio coração.

Alcebíades Júnior – 08/01/2019.

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